Este Portfólio
A união entre design editorial e inteligência artificial: como orquestrei agentes e pesquisa para construir uma marca pessoal viva.
2026
Product Designer · AI Orchestrator
Rebranding completo de marca pessoal. O objetivo foi desenhar e construir um ecossistema digital que evidenciasse, na prática, minha capacidade em unir pesquisa, validação, UX/UI e orquestração de Inteligência Artificial sem rótulos corporativos.
“Um meta-case: o processo completo de criação deste portfólio — da pesquisa guiada por IA à construção de um guia de estilos acessível, demonstrando a capacidade técnica e orquestração na prática.”
O Ponto de Partida
O mercado atual exige mais do que portfólios estáticos; exige evidências de raciocínio lógico e domínio das novas ferramentas. O desafio era construir um produto que não apenas dissesse o que eu sei fazer, mas que fosse a prova técnica viva da minha experiência como Product/UX Designer.
O Papel da IA
Neste projeto, atuei como um orquestrador utilizando uma arquitetura de múltiplos agentes (via MCP e GenAI). O agente 'Frontend Specialist' atuou construindo os componentes com Tailwind, enquanto o 'Orchestrator' coordenava a lógica sistêmica. Todo o trabalho foi guiado por 'Skills' injetadas no contexto, garantindo regras estritas de Clean Code e restrições de Frontend Design para manter o visual editorial limpo e consistente.
→Cenário: A necessidade de evidenciar maturidade técnica em um mercado saturado
→Objetivo: Construir um produto que fosse, em si mesmo, uma prova de orquestração de IA
→Metodologia: União de fundamentos de design, pesquisa heurística e AI-Driven workflows
A fundação antes da automação: Mesmo com o uso intenso de inteligência artificial na codificação, o pilar de qualquer produto digital é a estratégia humana. Antes de abrir o Figma ou acionar os agentes de código, mapeei detalhadamente a jornada da persona (Tech Recruiters e Leaders) e utilizei a Matriz de Impacto vs Esforço para priorizar quais informações da interface trariam o maior retorno de valor no menor tempo de leitura.
→Fundamentos: A pesquisa guia a IA, e não o contrário
→Foco: Mapeamento da jornada focado em escaneabilidade
→Priorização: Matriz de Impacto vs Esforço para estruturar as seções do MVP


Para a identidade visual do portfólio, desenvolvi uma logomarca que traduzisse exatamente essa nova fase da minha carreira: Thiago Castro // .
A escolha das duas barras (`//`) representa o lado do Código, da Tecnologia e da Inteligência Artificial. Em contraste, o pingo finalizado com textura de aquarela (`.`) simboliza a sensibilidade do Design, a Arte e a Criação Humana. É o equilíbrio perfeito entre a precisão da engenharia e a emoção do design.
A IA como parceira, não como criadora: Todas as decisões de arquitetura de informação e estrutura de navegação foram minhas. Utilizei a IA para analisar benchmarks do mercado e validar minhas hipóteses sobre o que Tech Recruiters e líderes buscam em um portfólio. As ferramentas de IA funcionaram como extensores da minha capacidade técnica, ajudando a iterar ideias rapidamente antes de fecharmos a identidade visual.
→Workflow: Uso de IA para validação de hipóteses e benchmarks
→Execução: Redução do tempo entre ideação e implementação via agentes MCP
→Visão: IA aplicada como acelerador técnico, mantendo o controle das decisões de UX

Por que não um Design System complexo? Com base na minha experiência construindo Design Systems completos (como no projeto Mentor Cycle), entendi que, para a escala e escopo de um portfólio pessoal, um Design System seria um overengineering desnecessário. Optei estrategicamente por criar um Guia de Estilos robusto, focado no essencial: tipografia expressiva, cores de alto contraste e componentes limpos, o que garantiu leveza e velocidade de desenvolvimento.
Decisões Visuais: Para transmitir maturidade e sofisticação sem o uso de rótulos, as escolhas focaram no minimalismo. Utilizei uma paleta neutra (Areia e Off-White) para dar espaço ao conteúdo, e a fonte 'Instrument Serif' para títulos, garantindo um tom editorial e elegante.




O resultado final não é apenas um site, mas um produto construído com as melhores práticas de mercado.
Orquestração Real: Este portfólio tangibiliza a minha jornada. Ele demonstra que consigo conduzir um projeto desde a pesquisa profunda até a entrega em código, escolhendo as ferramentas e os workflows corretos para otimizar o tempo sem perder a qualidade estética e a acessibilidade.
100%
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Guia de Estilos Minimalista e EficazA balança entre IA e Emoção: O maior desafio em um portfólio AI-Driven é garantir que a precisão da máquina não ofusque a sua identidade criativa. A escolha por um visual editorial e tons de areia foi justamente para ancorar o toque humano no processo.
O que faria diferente hoje: Embora eu pudesse ter focado em animações complexas ou integrações mirabolantes, optei por manter o design extremamente simples e sólido. O objetivo principal sempre foi mostrar quem eu sou e como eu trabalho de forma objetiva. Em iterações futuras, talvez explore mais algumas micro-interações, mas sempre preservando essa objetividade clara e focada no resultado.
→Autocrítica: A execução muito objetiva deixou espaço para explorar mais micro-interações no futuro
→Lição: Voltar às origens do design para embasar decisões é um diferencial produtivo
→Evolução: A IA deve atuar como uma parceira e assistente, nunca como a tomadora de decisão
